Nas últimas duas décadas assistimos ao surgimento de políticas direcionadas às organizações e aos indivíduos envolvidos com a criação artística. Seja estimulando linguagens, como o teatro, a dança, a literatura..., envolvendo grupos sociais específicos (jovens, amadores, pobres) ou através de renúncias fiscais, essas políticas sinalizam um reconhecimento crescente por parte do estado sobre a importância de se promover o acesso das pessoas à experimentação da arte e, ao mesmo tempo, de assegurar condições para o desenvolvimento e a profissionalização do setor.
Acompanhando este cenário sob uma perspectiva crítica, a Água Viva – Expressão, Cultura e Arte oferece a sua contribuição procurando assinalar um diferencial aos modelos mencionados, sem diminuir-lhes a importância. Através das nossas atividades, estamos colocando as comunidades da zona noroeste de São Paulo em interação com conceitos, tradições e tendências que, além de emocionar e divertir, também estimulam a formação de uma consciência crítica. De maneira complementar, temos nos inserido em uma extensa rede de atividades pré-existentes promovidas por ONG’s, movimentos comunitários e equipamentos públicos, com a preocupação de fortalecer uma relação em rede voltada à conquista de maiores investimentos à região.
Acompanhando este cenário sob uma perspectiva crítica, a Água Viva – Expressão, Cultura e Arte oferece a sua contribuição procurando assinalar um diferencial aos modelos mencionados, sem diminuir-lhes a importância. Através das nossas atividades, estamos colocando as comunidades da zona noroeste de São Paulo em interação com conceitos, tradições e tendências que, além de emocionar e divertir, também estimulam a formação de uma consciência crítica. De maneira complementar, temos nos inserido em uma extensa rede de atividades pré-existentes promovidas por ONG’s, movimentos comunitários e equipamentos públicos, com a preocupação de fortalecer uma relação em rede voltada à conquista de maiores investimentos à região.

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